“Não importa se você está com gripe comum ou gripe suína pois os simtomas (sic) são praticamente os mesmos. Nos dois casos a taxa de mortalidade é de 0,5%, ou seja para cada 200 pessoas que pegam a gripe comum ou a gripe suína 1 acaba morrendo devido a complicações” Fonte: http://migre.me/um3I
Gripe Humana
6 abril 2010“Achei que eles iam casar!”
26 novembro 2009Achou mesmo?
Quem nunca ouviu uma frase assim? “Nossa, namoraram por tanto tempo, achei que iam casar!” Lembrei de dois amigos meus que são amigos entre si, que namoraram por muito tempo e todo mundo achava que iam casar com suas respectivas namoradas. Mas tem algumas coisas que a galera não entende.
1. Tudo que se vê….
“… não é o que parece!” Quem se lembra dessa música? Tá, coisa de infância de gente velha. Mas o que eu quero dizer com essa primeira coisa é que só quem tá dentro de um namoro que sabe o que realmente rola ali. Quando as pessoas dizem “Nossa, fulano e fulana dão um casal tão bonito, com certeza eles vão casar” eu já penso nesse 001. Lembro também de uma outra amiga, que exaltava o bilau do ex-namorado na frente de todo mundo, que também não casou. Parecia que tudo ia bem, certo? Errado. Brad Pitt que o diga.
Hoje em dia ele diria “Eu quero a p**** dos meus escalpos”.
Cansado.
17 novembro 2009Hoje acordei cedo e estou me sentindo muito cansado.
Aí eu vejo esse vídeo e me poco de rir:
Huaehuaehauehau!! Salvou meu dia!
A “Hipótese da Biofilia” e o futuro estéril.
26 agosto 2009E aí pessoal.
Andei lendo sobre um negócio chamado “Biophilia Hypothesis” – hipótese da biofilia – que sugere que nós, seres humanos, temos uma predisposição genética a manter contato com a natureza. Fui procurar este nome por causa de uma música que o Jobim criou em meados de 2004, justamente chamada “Biophilia”. O mais interessante é que ele não sabia nada sobre essa hipótese, mas criou a música baseado num conceito de “amor à vida”.
Esse suposto e não-provado gene da Biofilia seria o que faz com que nós, seres urbanos, nos sintamos inclinados a ter animais de estimação, plantas, jardins, ou morar perto de praças, bosques, lagos, oceanos. Temos a tendência de valorizar esses espaços próximos da natureza. Quero dizer, uma parcela da população valoriza esses lugares. Existe sempre a parcela “super urbana”, que não sabe o que é uma galinha, nunca viu uma vaca e simplesmente odeia passear em bosques cheios de insetos e bichos.

Podemos viver sem isso? (Arte por Deinha1974 , Deviantart)
Eu sou uma pessoa bem otimista. Mas ultimamente estive pensando sobre o futuro, pra escrever uma estória. E se o homem conseguir dominar a natureza de um jeito que ela não precise mais existir? E se a humanidade conseguir reproduzir todas as condições para a vida humana, de maneira que não precisemos mais de árvores? E se o nosso planeta se tornar uma imensa bola de metal, sem nada que lembre a Terra dos nossos dias? Será que sofreremos com isso?
Eu não acredito na hipótese de termos um gene que responda à Biofilia, mas acredito sim que precisamos da natureza ao nosso redor. Mesmo se todos nos tornássemos “urbanóides”, com direito a todo tipo de Biofobia (como medo de insetos, medo de grama, medo de animais, florestas, etc.) ainda assim sofreríamos e sem saber o porquê.
Tem um conto do Isaac Asimov, em que os humanos finalmente conseguem colonizar outros planetas e se despedem da Terra. Eles devolvem o planeta à sua própria sorte, à sua própria evolução. Acho um conto muito bonito. Mas ainda assim é derrotista. É como se o ser humano fosse mais um vírus à saúde do planeta, em vez de um simbionte, que precisa que o planeta viva pra continuar vivo.
Nós podemos mudar muita coisa. Mas será que entendemos a real necessidade disso? Será que entendemos o impacto que o desaparecimento de muitas espécies realmente vai ter sobre a vida de nossos filhos? Acho que ninguém sabe de nada, e esse é um risco enorme que a humanidade corre. Corremos o risco de nossa Terra virar um deserto imenso e estéril. E ainda ignoramos. É como ir ao dentista; a gente só vai quando algo dá errado e aí já é tarde demais.
Em forma, mais feliz e produtivo.
7 agosto 2009Fitter Happier
“em forma mais feliz e produtivo
satisfeito
nada de beber demais
exercício regular na academia (3 vezes por semana)
lidar melhor com seus colegas de trabalho na empresa
em paz
comer bem (nada de jantar de microondas e gorduras saturadas)
motorista melhor e paciente
carro mais seguro (bebê sorri no banco de trás)
dormir bem (sem sonhos ruins)
sem paranóia
cuidadoso com os animais (nunca mandar aranhas pelo ralo)
manter contato com velhos amigos (um drink de vez em quando)
sempre checar a conta (buraco no muro) no banco (de boas ações)
favor com favor
afetuoso não apaixonado
caridade por débito automático
compra do mês no domingo
(nada de matar mariposas ou ferver formigas)
lava-rápido
não ter mais medo do escuro
ou de sombras no meio-dia
é tão ridículo adolescente & desesperado
tão infantil
num ritmo melhor
mais lento e calculado
sem chance de fuga
agora autônomo
preocupado (mas impotente)
membro capaz e informado da sociedade (pragmatismo não idealismo)
não chorar em público
menor risco de doença
pneus de chuva (foto do bebê com cinto no banco de trás)
boa memória
ainda chora num bom filme
ainda beija com saliva
não mais vazio nem fora de si
como um gato
preso a um pau
que se crava no
cocô gelado de inverno (a habilidade de rir das fraquezas)
calmo
em forma mais saudável e produtivo
um porco
numa jaula
sob antibióticos”
Radiohead – Fitter Happier
LEIA mais após o LEIA MAIS. (Aviso: ficou um texto enorme, na minha opinião. Leia aos poucos, como pílulas x)) Leia o resto deste post »
Tudo bem.
16 junho 2009O post sobre o Opera foi bem propagandístico e contém níveis pouco seguros de empolgação. Mas tudo bem.
Só pra constar, obviamente ninguém me pagou nada. Huahua.
Meu Horóscopo de Hoje
21 maio 2009ESCORPIÃO. (23 out. a 21 nov.)
Chegou a época do ano em que você vai atrás de conhecimento para mudar de uma vez o que está intolerável. Também sentirá com mais clareza o sentimento coletivo e para onde a sociedade caminha. O tema da transformação fascina e amedronta a um só tempo. Talento administrativo.
Eu não sei porque gosto de horóscopo. Na faculdade de Jornalismo uma professora minha foi enfática: “Horóscopo é o primeiro lugar onde os estagiários são enfiados”. Ela até contou que tinha uma amiga que foi despedida ou punida, sei lá, por ter feito um set com 12 mensagens e trocado as mesmas de signo por uns três dias. Claro que alguém descobriu.
Interessante notar que o horóscopo SEMPRE tem a data de cada signo. Isso mostra que eles sempre querem novos adeptos. E sempre são mensagens genéricas, de interpretação dúbia e múltipla. Mas eu adoro isso. Tem dias que eu chego na agência e acaba dando um monte de merda, na hora que eu leio meu horóscopo atrasado bate tudo. Tem dias, obviamente, que não. Fala de filhos e o etc, e “hei”, eu não tenho filhos. Tudo bem.
Hoje eu não li o horóscopo. E fiz a planilha financeira da agência, resolvendo uma questão que se arrastava por semanas. Talento administrativo. Putz. Sentirá com mais clareza (…) para onde a sociedade caminha. Sociedade? Você quer dizer sociedade de sócios ou sociedade em geral? Olha só… eu sei que existem milhões de escorpianos por aí. Mas se esse horóscopo foi inventado pra mim, então tá beleza.
É por isso que eu leio horóscopo todo dia. O da Folha, nunca outro. Os outros são mais mongolóides.
Esse foi mais um PostPoNe, um Post sobre Porra Nenhuma!
A Grama era mais Verde?
20 maio 2009Era mesmo?
Hoje vi uma palavra no fotolog da Stephany. Saudade. Lembrei de ter lido em algum lugar que saudade era uma palavra difícil de traduzir, e é mesmo. Em inglês por exemplo, uma rápida ida no Google Tradutor me dá 5 resultados. O primeiro? Missing.
“I Miss You“. Além de ser uma música tresloucada da Björk, daquelas que dá vontade de sair quebrando tudo, é uma bonita expressão de se ouvir, em inglês, é claro. Só que, significa mais “Sinto sua falta”. Como ficaria “Sinto saudade”? I feel missing? Hhuahua não é. E fica parecendo mais que algo está faltando. Não serve.
A segunda palavra foi Nostalgia. Além de ser uma música do Yanni, nostalgia não tem tanto a ver com saudade de uma pessoa. É uma coisa mais High Hopes, “a grama era mais verde, a luz mais brilhante, cercado por amigos”. Saudade de um tempo que não volta mais? Tudo bem. Nostalgic times. Mas nostálgico sobre uma pessoa? Não dá.
A terceira é Yen. Juro que não entendi. Não conhecia esse significado… Yen pra mim é a moeda japonesa.
A quarta é Longing. Não sei por quê, mas Longing me parece mais uma espera. Algo como “I long for your return“. Esse sentimento de esperar por alguém, seria mais longing pra mim. Uma saudade de quem espera um retorno. Mas a nossa saudade nem sempre é assim. Às vezes é só saudade. Às vezes a gente sente o frio do inverno e lembra de invernos passados. O cheiro do frio. A terra…
Por último, Yearning. Que sofre do mesmo mal do Longing. Vou procurar uma frase com “I Yearn”. Bom, achei uma música de Sarah MacLachlan, Into The Fire. “I Yearn for comfort“. Tá mais por eu busco… e não eu sinto saudade.
Sentimos saudade de muitas coisas e pessoas. Esse sentimento não é ruim, eu acho. Vejo a saudade como uma coisa meio romântica, como você esperar e não esperar, um “vamo vê”. Sinto saudade de muitas coisas que jamais voltarão como eram antes. Mas a saudade me deixa permitir que essas coisas apenas voltem, mesmo que não sejam o que deixei pra trás. Mesmo que sejam reflexos do que eram outrora.
Mesmo que não sejam mais pra mim. Mesmo que eu não seja mais pra essas coisas.
Às vezes eu penso que a grama não era mais verde que agora. Pode ser que a gente perdeu a saturação no olhar.
Mudanças!
16 abril 2009Olá pessoal. Mudanças no horizonte!
Primeiro, estive ocupado, etc.
Segundo, vou mudar a funcionalidade do blog. Acabarei com essas seções diárias, que eram uma boa ideia, mas acabaram por se tornar trabalhosas demais. É que minha mente não opera nessa ordem (Internet, Jogos, Musica, Cinema). Não. Eu vou acabar falando mais de um assunto do que de outro. Inclusive, como estou sem tempo, não posso falar de Jogos. Pois preciso de tempo para jogá-los!
Aguarde um post para amanhã, mas não terei mais isso de cada dia um assunto. Me prende um pouco, prefiro não.
Inté!
Escrito por Luciano Alvim 