Gosto e não sei explicar.

29 maio 2009

Hoje, preguiça. Correria morta é moooorta.

Tem uma música duma banda que chama Cake, eu simplesmente gosto, não sei explicar o porquê. Chama Frank Sinatra e eu nunca procurei entender a letra, apesar de ter aprendido a cantar quase toda só de ouvir a música diversas vezes. Vou procurar o videozinho no Youtube. (Cake é mais do que a banda que fez aquela versão pop de “I Will Survive”)

Agora, uma do Garbage. Eu tenho uma relação de amor e ódio com essa banda. Primeira música que ouvi foi “Push It”, gostava do clipe. Depois veio a descartável “I Think I’m Paranoid”. E aí ouvi “Special”, cujo clipe é toscamente engraçado. Então esqueci da banda. Lá por 2000 e tantos é que fui ouvir de novo, mas detestei as músicas. “Cherry Lips” é detestável. “Androginy” também. Mas ultimamente me lembrei da “Special”, e tenho ouvido bastante. O problema do Garbage é o mesmo do Guns and Roses, quando uma música começa a ficar 100% boa eles colocam uma parte NADA A VER. Como na “Special”, aquela parte “I’m Looking for You“, totalmente desnecessária. Vai aí o vídeo tosco que inspirou a corrida do Star Wars Episódio I (veio antes, mas é mentira).

Continue lendo »


No Rest for the Weekend.

25 maio 2009

Eu sempre quis fazer esse trocadilho.

Huahuahua!

Os fins de semana estão sendo rápidos e rasteiros. Me diverti, claro, mas não posso dizer que descansei. E pro próximo final de semana uma decisão que tenho de tomar. Vou ou não ao show do Angra em GV?

Eu preciso me colocar nos trilhos, pra poder me formar. Tenho um trabalho pra apresentar sobre o livro “Cibercultura”, que ainda nem peguei com o professor. Vou precisar dar uma aula inteira sobre o livro, pra uma turma que não me conhece e possivelmente vai me respeitar silenciosa e tediosamente.

Um domingo de descanso talvez seria ótimo pra mim. Sinceramente? Queria muito ver o Ricardo Confessori no novo Angra, mas não sei se sou tão fã do novo Angra. Odiei “Aurora Consurgens”, e pelo jeito que a coisa anda não sei se eles algum dia vão ter o fôlego de antigamente. Mas é como diz o Pink Floyd, “The Grass was greener…”

No momento estou preferindo esperar uma nova turnê, um novo disco etc. Estou esperando notícias sobre algum novo trabalho do Sonata Arctica, pois gostei muito do último deles, Unia. Ainda não comprei porque estou esperando aparecer o Digipack pra comprar em algum lugar. Não tenho ouvido tanto metal ultimamente. 

Aguardem notícias sobre minha nova banda. Já escolhemos o nome, e agora precisamos de material artístico.

Informação relevante sobre o título do post: “No Rest for the Wicked” é um álbum do Ozzy Osbourne.


Meu Horóscopo de Hoje

21 maio 2009

ESCORPIÃO. (23 out. a 21 nov.)

Chegou a época do ano em que você vai atrás de conhecimento para mudar de uma vez o que está intolerável. Também sentirá com mais clareza o sentimento coletivo e para onde a sociedade caminha. O tema da transformação fascina e amedronta a um só tempo. Talento administrativo.

Eu não sei porque gosto de horóscopo. Na faculdade de Jornalismo uma professora minha foi enfática: “Horóscopo é o primeiro lugar onde os estagiários são enfiados”. Ela até contou que tinha uma amiga que foi despedida ou punida, sei lá, por ter feito um set com 12 mensagens e trocado as mesmas de signo por uns três dias. Claro que alguém descobriu.

Interessante notar que o horóscopo SEMPRE tem a data de cada signo. Isso mostra que eles sempre querem novos adeptos. E sempre são mensagens genéricas, de interpretação dúbia e múltipla. Mas eu adoro isso. Tem dias que eu chego na agência e acaba dando um monte de merda, na hora que eu leio meu horóscopo atrasado bate tudo. Tem dias, obviamente, que não. Fala de filhos e o etc, e “hei”, eu não tenho filhos. Tudo bem.

Hoje eu não li o horóscopo. E fiz a planilha financeira da agência, resolvendo uma questão que se arrastava por semanas. Talento administrativo. Putz. Sentirá com mais clareza (…) para onde a sociedade caminha. Sociedade? Você quer dizer sociedade de sócios ou sociedade em geral? Olha só… eu sei que existem milhões de escorpianos por aí. Mas se esse horóscopo foi inventado pra mim, então tá beleza.

É por isso que eu leio horóscopo todo dia. O da Folha, nunca outro. Os outros são mais mongolóides.

Esse foi mais um PostPoNe, um Post sobre Porra Nenhuma!


A Grama era mais Verde?

20 maio 2009

Era mesmo?

Hoje vi uma palavra no fotolog da Stephany. Saudade. Lembrei de ter lido em algum lugar que saudade era uma palavra difícil de traduzir, e é mesmo. Em inglês por exemplo, uma rápida ida no Google Tradutor me dá 5 resultados. O primeiro? Missing.

I Miss You“. Além de ser uma música tresloucada da Björk, daquelas que dá vontade de sair quebrando tudo, é uma bonita expressão de se ouvir, em inglês, é claro. Só que, significa mais “Sinto sua falta”. Como ficaria “Sinto saudade”? I feel missing? Hhuahua não é. E fica parecendo mais que algo está faltando. Não serve.

A segunda palavra foi Nostalgia. Além de ser uma música do Yanni, nostalgia não tem tanto a ver com saudade de uma pessoa. É uma coisa mais High Hopes, “a grama era mais verde, a luz mais brilhante, cercado por amigos”.  Saudade de um tempo que não volta mais? Tudo bem. Nostalgic times. Mas nostálgico sobre uma pessoa? Não dá.

A terceira é Yen. Juro que não entendi. Não conhecia esse significado… Yen pra mim é a moeda japonesa.

A quarta é Longing. Não sei por quê, mas Longing me parece mais uma espera. Algo como “I long for your return“. Esse sentimento de esperar por alguém, seria mais longing pra mim. Uma saudade de quem espera um retorno. Mas a nossa saudade nem sempre é assim. Às vezes é só saudade. Às vezes a gente sente o frio do inverno e lembra de invernos passados. O cheiro do frio. A terra…

Por último, Yearning. Que sofre do mesmo mal do Longing. Vou procurar uma frase com “I Yearn”. Bom, achei uma música de Sarah MacLachlan, Into The Fire. “I Yearn for comfort“. Tá mais por eu busco… e não eu sinto saudade.

Sentimos saudade de muitas coisas e pessoas. Esse sentimento não é ruim, eu acho. Vejo a saudade como uma coisa meio romântica, como você esperar e não esperar, um “vamo vê”. Sinto saudade de muitas coisas que jamais voltarão como eram antes. Mas a saudade me deixa permitir que essas coisas apenas voltem, mesmo que não sejam o que deixei pra trás. Mesmo que sejam reflexos do que eram outrora.

Mesmo que não sejam mais pra mim. Mesmo que eu não seja mais pra essas coisas.

Às vezes eu penso que a grama não era mais verde que agora. Pode ser que a gente perdeu a saturação no olhar.


Tem dias…

18 maio 2009

… que a gente acorda do lado errado do corpo.

Parece que é um aviso do além. Você acorda como que bêbado, como que doente, mas sem ter bebido nada, sem estar fungando, sem nada. Mas você SABE que tem alguma coisa acontecendo.

E o seu dia flui, dessa maneira. É aquele clássico dia “eu não devia ter saído da cama”. Homessa, eu não devia ter nem deitado!

Acordei e fui ler jornais atrasados. Adoro notícia velha. Vocês não sabem o prazer que eu tenho de chegar na segunda e ler a Folha de domingo, de sábado. Ler notícias escritas na sexta e no sábado. É como se o mundo já tivesse digerido a notícia enquanto eu ainda a mastigo.

Só que, no finalzinho do meu jornal de sábado, fui ler os artigos de opinião, na página 2 da Folha, e peguei um meio indigesto. É como eu disse, acordei sabendo que ia  ter indigestão, antes mesmo de comer a notícia. 

Eu já estava sabendo que um deputado aí praticamente obliterou dois sujeitos que estavam em um carro, ele a bordo de seu possante. Pra quem nunca jogou Magic, Obliterar é 1. Destruir, suprimir, eliminar; 2. Fazer desaparecer.

3. Apagar. Foi isso que o tal deputado fez. Não estou fazendo crítica política, o fato dele ser deputado deveria ser um atenuante, mas muda pra pior. Porque o cara tinha 130 pontos na carteira. Quem já passou por uma auto-escola (tem hífen entre duas vogais diferentes, certo? Ou é autoescola?) sabe que você perde a carteira se passar dos 20 pontos. O cara tinha 130. Eu não imagino como o sujeito pode ter 130 pontos na carteira. Vou até colocar ênfase. Eu não imagino como o sujeito pode ter tanto ponto numa carteira.

É muita raça de irregularidade, o cara tem que ter a manha. 

Só que não foi isso que me deu indigestão.

Continue lendo »


Ukulele Hero

14 maio 2009

E aí pessoal.

Isso é um Ukulele.

Isso é um Ukulele.

Não sei se alguém lembra do Bruddhah Iz, já falei dele em blogs passados. Nascido Israel Kamakawiwo’ole, ele é uma lenda do Ukulele – uma espécie de variante do cavaquinho, só que havaiano.

Bruddah Iz tinha um problema SEVERO de obesidade, chegando a pesar 349 kg (!) em certos momentos de sua vida. Uma das maiores personalidades do Havaí, morreu em 1997 por problemas respiratórios (decorrentes da obesidade).




O tamanho da criança

O tamanho da criança

Bruddhah Iz era muito conhecido no Havaí, sua terra natal, porém não tão conhecido no resto do mundo. Essa situação mudou anos depois de sua morte, com a descoberta por produtores de Hollywood de sua versão ao ukulele de uma canção bem famosa.

“Over The Raibow”, imortalizada por Judy Garland em O Mágico de Oz, foi regravada por Israel em 1997, no seu antepenúltimo álbum em vida. Foi utilizada em diversas séries e filmes, o mais notório (para mim) sendo “Como se Fosse a Primeira Vez” (50 First Dates) com Adam Sandler e Drew Barrymore. Essa música encerra o filme.

Estava procurando um solo de “While my Guitar Gently Weeps” na internet, e me deparei com um candidato a herdeiro de Bruddhah. Só que ele é BEM mais virtuoso. Enquanto Iz fazia canções mais contemplativas, temos uma aproximação bem mais virtuose desse cara.

Ele se chama Jake Shimabukuro, e – veja só – é relativamente famoso. Tem até um artigo na  Wikipédia em inglês. Como não é famoso no Brasil, não existe página sobre ele em português. Assistam ao vídeo. Se quiserem ir direto ao assunto, ele começa “While my Guitar” aos 2:51. Antes ele enrola um pouquinho.


Instrumento interessante o Ukulele. Mas não é um instrumento que eu gostaria de aprender a tocar. Pela minha breve experiência com cavaquinho (aprendi uns dois acordes), descobri que meus dedos não combinam com as cordas. São BEM tensionadas, e a dor não compensa. Prefiro ficar com teclas e flautas. Que pelo menos não machucam!


Post Digno de Twitter 001

12 maio 2009

Tem dias que a gente se sente tinyurl.


%d blogueiros gostam disto: