Michael Jackson morreu, mas a música dele não foi a lugar algum.

9 julho 2009

Olá pessoal!

Bem-vindos a um post bêbado! Estava assistindo Cruzeiro x Estudiantes, acabou Zero a Zero devido a fabulosas defesas do Fábio. Mas não é sobre isso que eu venho falar. Se você leu o título, é sobre, claro, a sensação do momento, Michael. Jackson.

Bom, eu literalmente vim dizer o que o título já diz. É um post irrelevante, assim como o são os bêbados. Estou escrevendo bem, né? É porque eu volto atrás quando erro. Eu sou um bêbado com senso de licença poética. Que é negócio sério.

A minha opinião sobre o Michael Jackson é a seguinte. Eu fico vendo a lista dos Top sei lá quantos da Last.fm, e 8 das 10 mais tocadas são Michael Jackson.

Gentes.

Olha só.

O Michael Jackson morreu, ok? Vocês ouvirem a música dele loucamente e incessantemente não vai trazer ele de volta, ok? Morreu. Dead, gone. Agora, a música dele vai continuar aí, como diz o Edgar Morin (pronuncia-se MOHÃN), vai “Estar sempre vivo na Internet”. Até surgir uma Skynet, Ultranet, alguma merda que substitua nossa internet. Porque nada é pra sempre, ok? Sacou? Então não precisa ficar ouvindo MJ a porra do tempo inteiro. Ele morreu, mas vocês ainda estão vivos. Quem vive de passado é museu. Deixar seu Media Player ligado, tocando Michael Jackson o dia inteiro não vai trazer ele de volta. Assim como sua TV ligada na Record não ajuda bispo a ganhar dinheiro.

HURRA, consegui fazer um post com aquele gosto ruim na garganta e bêbado demais pra dormir sem o mundo girar. Ao mesmo tempo, bêbado de menos pra cair em qualquer lugar e apagar (vide Rodrigo no Hard Rock Café – em breve eu posto o vídeo para o LULZ da população).

Obrigado por lerem, e por favor, tirem o Michael Jakcosn da sua poaylist. Ele merece descanras.

(Puta fiquei com preguiça nessa ultima linha).


Possíveis implicações da não-obrigatoriedade do diploma jornalístico.

7 julho 2009

Olá a todos.

Hoje o assunto é um pouco mais sério. Mas entre Honduras e o diploma, eu escolhi o último.

Tem uma coisa que fiquei pensando ontem. O ministro disse que a “obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista fere à liberdade de expressão”. Beleza. Só que o jornalismo é a única forma de expressão?

Será que ele tem carteira de músico?

Será que ele tem carteira de músico?

Eu também sou músico, ainda não-remunerado, mas me atuo com seriedade e profissionalismo nas bandas que participo. Outro dia fui a uma reunião pra marcar uma data em um teatro da região (ainda não posso fazer propaganda, precisamos esperar agosto ;)) e momentaneamente “esqueci” de um assunto. A carteira de músico da OMB.

A OMB, pra quem não sabe, é a “Ordem” dos Músicos do Brasil. É basicamente um segundo ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de direitos autorais), outra sigla fantasma. Todo músico, pra tocar em público, teoricamente precisa de uma carteira da OMB.

Jobão, um compositor e músico daqui de Ipatinga, e meu amigo de infância, disse o seguinte quando mencionei a carteira da Ordem: “Ué, eu preciso de licença pra criar, agora?” Não pude responder. Afinal, são R$170 indo no vermelho anualmente por membro da banda. E não sei pra que serve essa Ordem. Ela não promove a música, não representa os músicos, não faz nem um festival. Qualquer DA de faculdade faz calouradas com BEM menos dinheiro que a OMB recebe. Eles não fazem nem um Festival da Canção, nada.

Agora, é aí que minha postagem de hoje encaixa. Se eu não preciso de diploma jornalístico e tampouco pertencer uma Ordem pra escrever, pra me “expressar livremente” através de texto… oras, isso não poderia gerar jurisprudência para o exercício da atividade musical, excluindo completamente a necessidade de uma carteira de músico? Afinal de contas, um show é uma expressão textual (letras) e audiovisual (música e performance). Isso não é reserva de mercado?

Claro que existe uma diferença básica entre diploma de música e carteira de músico. Então diríamos que a jurisprudência existiria caso se exigisse diploma de Música ou equivalente pra exercer a profissão de músico. Mas eu ainda acho esse argumento viável. Afinal, o representante da OMB vai até os shows e simplesmente impede as bandas de tocarem, se todos ou mesmo algum integrante não tiver carteira. Isso não é afronta à liberdade de expressão? Ou só seria caso as letras da banda fossem de cunho político e/ou contestador? 😉

Me vejo criticando a existência da OMB só pela ótica do Jornalismo, mas a criação de uma OJB não seria má coisa – obviamente, se fosse criada com um objetivo sério, difícil por aqui. Porque uma coisa a OMB tem de boa, e é o seu teste. Quem tem a carteira de músico pode dizer ao menos que tem conhecimentos musicais, coisa que nós jornalistas simplesmente não temos um teste que o valha. Assim como o teste da OAB, que previne que milhares de maus advogados possam exercer a profissão. E também pune os maus advogados ao cassar carteiras.

E no Jornalismo, como punir um repórter antiético? Como punir o jornalismo “investigativo” difamatório e enviesado? Não temos maneira. Afinal, tudo é liberdade de expressão. Mesmo a expressão com fins políticos e deliberadamente mentirosa.

Eu ainda estou esperando a Crise da Credibilidade Blogueira. Todo mundo gera informações? Gera. Mas quem apura? A maioria dos blogs inclui um “Via seilaoque.com”, e aí? Jornalista que é jornalista checa fontes. Blogueiro que é blogueiro checa cliques. Eu sempre fico com o pé atrás. E vocês deveriam também.


Braia – …e o mundo de lá

1 julho 2009

Domingo passado teve Tuatha de Danann no Hard Rock Café BH. O evento se chamava Live Metal Brasil, e contou com 4 bandas de abertura (Wanted, Wrath Tears, Devildust e Silvercrow). Mas este post não é sobre o show, e sim sobre o projeto paralelo do vocalista do Tuatha de Danann, Bruno Maia. Aproveitei a ocasião pra comprar o cd “… e o Mundo de Lá”, do seu projeto chamado BRAIA.

... E o Mundo de Lá

... E o Mundo de Lá

Esta é a capa da versão francesa do disco. É uma edição limitada, em Digipack, que conta com duas bonus tracks.

Ficha Técnica Resumida:

Braia – … E O Mundo De Lá (Limited French Edition)

Preço: R$30 na banquinha da produção.

Estilo: Folk / Rock / Celtic  (AUTORAL)

País: Brasil

Tempo total:  50 minutos e 51 segundos

  1. Slainte A La Brasilis
  2. Tempos Idos
  3. Dança No Abismo
  4. Hamla
  5. Juras Promessas
  6. Lua
  7. Brunebriante Papoula Dançante
  8. Falalafada
  9. Bloom (Ode a Joyce)
  10. A Pinga do Duende Maluco
  11. Lua (Bonus Track)
  12. Juras Promessas (Demo version)

As músicas são todas em português. Temos duas faixas instrumentais, “Slainte…” e “Brunebriante…”

O projeto conta com tantos músicos que é melhor se dirigir pro Myspace da banda pra ver a ficha técnica completa. Clique no leia mais para ver uma descrição breve de cada música, além de mais um pouco de conversa fiada.

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